{"url":"https://anthologiagraeca.org/api/comments/1576/?format=json","passages":["https://anthologiagraeca.org/api/passages/urn:cts:greekLit:tlg7000.tlg001.ag:5.238/?format=json"],"descriptions":[{"content":"O comentário de Waltz sobre o epigrama é que “ce genre de brutalité devait être familier aux amants qui croyaient avoir à se plaindre de leur maîtresse, puisque Macédonios craint que la seule vue d'une épée nue n'en eveille l'idée chez son amie” (Waltz, Pierre. Anthologie grecque. t. II. Paris: Les Belles Lettres, 2003, p. 105). Além disso ele argumenta ser frequente na literatura bizantina o tema de que o amor resseca, e a espada seria a representação dessa seca. \r\nMuito bem, eu entendo essa argumentação. Especificamente, o último verso deixa clara a ameaça e violêcia presente no discurso do poeta. Contudo, a imagem fálica da espada não pode ser esquecida. A espada, o duro Ares, seria o pênis, enquanto a mole Cypris seria a vagina? Em outros epigramas o termo Cypris é utilizado como uma referência à vagina.\r\nNessa leitura, além de violento, o epigrama é explícito.","language":"por"}],"unique_id":1659,"created_at":"2023-02-08T22:17:58.591642Z","updated_at":"2023-02-08T22:17:58.591642Z","comment_type":"user_note","images":[]}